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sexta-feira, 17 de maio de 2013

Portuguesa Campeã Paulista da Série A2 2013

Opa, 

No último domingo estive presente na 57ª final da história do JP, a quinta válida pelo Campeonato Paulista da Série A2 (já que cobrimos as finais de 2005, 2008, 2009 e 2012). A Portuguesa recebeu o Rio Claro no Estádio Osvaldo Teixeira Duarte buscando seu segundo título na segunda participação no certame. 

Em 2007 perdi a chance de acompanhar a conquista lusitana no mesmo campeonato (o time ficou com o caneco naquele ano depois de golear o Rio Preto na decisão) por motivos de saúde... Logo, não poderia perder essa nova, e talvez última, oportunidade. Pouco mais de 5 mil pagantes também acordaram cedo para conferir a peleja. 

No primeiro jogo o rubro-verde venceu o Azulão por 2x1, e agora podia até perder por um gol de diferença que ficaria com a taça por ter feito melhor em todas as fases. Antes das equipes desfilarem pelo gramado do Canindé, captei as imagens oficiais. Vale registrar que só no JP todos os 20 times da A2 2013 tiveram espaço e foram mostrados com o respeito que merecem. 


A Portuguesa de D - São Paulo/SP. Foto: Fernando Martinez. 


Rio Claro FC - Rio Claro/SP. Foto: Fernando Martinez. 


Trio de arbitragem para a grande final com o árbitro Vinícius Furlan e os assistentes Daniel Paulo Ziolli e Fausto Augusto Viana Moretti. Na imagem também os capitães das equipes. Foto: Fernando Martinez. 

E o primeiro tempo da decisão até que foi bem movimentado. O Rio Claro buscou fazer alguma pressão nos primeiros minutos, mas logo foi dominado pela Lusa. O time paulistano chegou pertinho de abrir o marcador por três vezes, a melhor delas numa perigosa cobrança de falta de Corrêa pela direita. 


Portuguesa iniciando ataque na intermediária do Rio Claro. Foto: Fernando Martinez. 


Ataque lusitano pela direita. Foto: Fernando Martinez. 

Graças ao futebol razoável, nem o 0x0 ao final dos primeiros 45 minutos desanimaram a maior parte da torcida local. O pessoal ainda imaginava que o time venceria seu adversário sem problemas. Para o segundo tempo, fui captar algumas imagens das cabines de imprensa. 


Mais uma boa chegada do time da casa pela lateral. Foto: Fernando Martinez. 


Falta para o Azulão. Foto: Fernando Martinez. 

Mas na volta para o tempo final o Rio Claro quis estragar o script da festa preparada para a Portuguesa e abriu o marcador aos 7 minutos. O camisa 11 Jocinei fez boa jogada e chutou forte para vencer o goleiro Glédson. Foi o que bastou para parte da torcida local perder a paciência. 


Marcação firme do Rio Claro. Foto: Fernando Martinez. 

As primeiras vaias começaram a ser ouvidas pelo Canindé mesmo com o onze rubro-verde criando chance atrás de chance em busca do empate. Aos 20 minutos o arqueiro Cléber fez milagre em chute de Moisés. No lance seguinte, Gilberto salvou o gol certo de Lima tirando a pelota em cima da linha. 


Chute de Moisés que obrigou o goleiro rio-clarense a fazer milagre. Foto: Fernando Martinez. 


Cabeçada de Lima que o camisa 7 Gilberto tirou em cima da linha. Foto: Fernando Martinez. 

O meia Souza também chegou muito perto de deixar tudo igual no placar por duas vezes, uma delas com a bola batendo no travessão. Só que pelo astral no estádio, o time poderia estar jogando até agora que o empate não aconteceria. Menos mal para a exigente torcida local que o Rio Claro não conseguiu acertar nenhum contra-ataque e o marcador ficou no limite para a conquista do time da capital. 


Zagueiro do Rio Claro subindo no terceiro andar. Foto: Fernando Martinez. 


Visão geral do Canindé com um público razoável para a final da A2 2013. Foto: Fernando Martinez. 

Final de jogo: Portuguesa 0-1 Rio Claro. Logo após o apito final do árbitro uma sonora vaia tomou conta do estádio, algo provavelmente inédito em todos os tempos. Não houve festa nas arquibancadas, nas numeradas, nas sociais... Somente na parte reservada à torcida visitante, já que o Azulão comemorou bastante o vice-campeonato. Fellini ficaria ruborizado com a surrealidade do momento. 


Grande comemoração do Rio Claro pela conquista do vice-campeonato. Foto: Fernando Martinez. 

Apesar do pouco interesse, a Portuguesa soma seu segundo título na história da A2 (algo que nenhum torcedor da equipe queria ter no currículo). A campanha, marcada negativamente pelo inesquecível 7x0 sofrido contra o Comercial, teve um total de 27 jogos com 18 vitórias, 4 empates e 5 derrotas. O time marcou 43 gols e sofreu 23. Agora o rubro-verde voltará a disputar a principal do estado em 2014 junto com Audax, Comercial e o próprio Rio Claro. 


Jogadores da Portuguesa levantando o caneco pelo "bi" na A2. Foto: Fernando Martinez. 


Atletas posando com a taça. Foto: Fernando Martinez. 


O capitão Valdomiro mostrando a bela taça. Foto: Fernando Martinez. 

Após o jogo rolou a tradicional festa para os vencedores. Agora, falando a real, fica uma menção nada honrosa ao "gênio" que montou o palco da festa ao lado da torcida visitante. Tudo bem que os lusitanos não estavam muito felizes com o título (chamada por muitos de "Taça da Vergonha"), mas até aí ver o campeão do torneio subir ao palco tomando cusparada e vaia do pessoal no alambrado é demais, não? 


O capitão lusitano mostrando a taça para a torcida. Foto: Fernando Martinez. 

Bom, essa foi mais uma final da A2 com cobertura JP e aproveito para parabenizarmos a Portuguesa por essa conquista. Murcha ou não, sem graça ou não, é mais uma taça para a Sala de Troféus do Canindé. 

Até a próxima! 

Fernando

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Leão mostra sua força na Caneleira e derrota o estreante Diadema

Salve, amigos! 

No último domingo estive na Caneleira para, ao lado do amigo Emerson Ortunho, pra acompanhar partida válida pela 3ª rodada do Grupo 8 do Campeonato Paulista da Segunda Divisão 2013. O quase centenário Jabaquara AC recebeu o debutante CA Diadema, que se tornou o 391º de minha lista de clubes de futebol assistidos in loco. Seguem as fotos oficiais da partida, mais uma vez com o selo de exclusividade JP


Jabaquara AC - Sao Paulo/SP. Foto: Estevan Mazzuia. 


CA Diadema - Diadema/SP. Foto: Estevan Mazzuia. 


Trio de Arbitragem formado por Luiz Fabio Abel de Almeida, auxiliado por David Botelho Barbosa e Alberto Poletto Masseira, com os capitães Eriel Varão (CAD) e Rodrigo Calchi (JAC). Foto: Estevan Mazzuia. 


Visão panorâmica da partida. Foto: Estevan Mazzuia. 

O Jabuca começou melhor, e logo aos 11 minutos Maurício recebeu um cruzamento da direita e acertou o poste esquerdo de Clebão. O time manteve a pressão e chegou ao gol com vinte minutos da etapa inicial: Lucas Henrique recebeu da esquerda, na entrada da área, e chutou meio atrapalhado, mas deslocou o arqueiro rival. 


Clebão, já caído, observa a bola no fundo das redes após o primeiro gol. Foto: Estevan Mazzuia. 

Decorrido cerca de 30 minutos de jogo, os visitantes já tocavam melhor a bola e dominar os espaços em campo. Apesar da vitória parcial, o onze local demonstrava certa insegurança em campo. 


O antológico Ataliba, preferido de 10 entre 10 juventinos para o “Moleque Travesso” de todos os tempos, no comando do CA Diadema. Foto: Estevan Mazzuia. 


Detalhe da primeira intervenção de Calchi na partida. Foto: Estevan Mazzuia. 

Rodrigo Calchi, o arqueiro capitão jabaquarense, fez sua primeira grande participação realizando boa defesa em chute de Índio. Mas o Leão da Caneleira ainda perdeu uma chance de ampliar o placar no final da segunda etapa, novamente com Maurício, que recebeu a pelota de frente para o gol, mas bateu inexplicavelmente por cima da meta. 


Detalhe da chance perdida por Maurício. Foto: Estevan Mazzuia. 


Mão naquilo, ou aquilo na mão? Se a moda pega.... Foto: Estevan Mazzuia. 

Debaixo de um forte sol da manhã de outono, procuramos o bar local para nos hidratar e acompanhamos uma discussão entre diretores rubro-amarelos. Felizmente, ficou só no bate-boca. A segunda etapa foi bastante disputada, mas sem muitos lances de perigo, e a raça leonina superou a técnica imperial. 

Aos 10 minutos Maurício se redimiu dos gols perdidos na etapa inicial e cruzou da esquerda para Marco Aurélio aumentar a vantagem dos anfitriões, contrariando a maioria dos prognósticos da partida. 


Bom público acomodado sob a sombra pra acompanha apreensivo o ataque visitante. Foto: Estevan Mazzuia. 


Disputa de bola pelo alto. Foto: Estevan Mazzuia. 

O terceiro tento poderia ter saído aos 23 minutos, num contra ataque desperdiçado após uma sucessão de erros de Gualberto, Marco Aurélio e Lucas Henrique. Quase no final da partida, o Diadema diminuiu o placar: Índio recebeu na área e tocou na saída de Rodrigo Calchi. Assim, pra não perder o costume, os minutos finais foram de grande apreensão, mas o apito final trouxe a redenção à fiel torcida santista, que vê a desacreditada equipe muito viva na briga pela classificação. 


O belo ônibus do CD Diadema. Foto: Estevan Mazzuia. 


Detalhes do veículo, com o distintivo do clube a a figura de sua mascote, o Imperador. Foto: Estevan Mazzuia. 

Com o placar de Jabaquara 2-1 CA Diadema, o time santista mantém a sina de dar trabalho a adversários em primeiros confrontos. O Água Santa será o próximo a provar dessa arma. Já o Diadema, depois de estrear com goleada e vencer o clássico da cidade, pode não ter a força que pareceu ter. 

Foi isso! 

Abraços 

Estevan Mazzuia

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Nacional arranca empate nos acréscimos contra o Guarulhos pela Segundona

Fala, pessoal! 

No sábado passado fiz uma sessão isolada de futebol com outro joguinho do Campeonato Paulista da Segunda Divisão. Fui sozinho ver o quinto confronto entre Guarulhos e Nacional em todos os tempos, esse válido pela terceira rodada do Grupo 6 da edição 2013 do certame. O palco, claro, foi o Estádio Antônio Soares de Oliveira

Vindo de duas derrotas em dois jogos (0x2 para o SEV e um avassalador 7x2 para o Atibaia), o Guarulhos apostava na estreia de alguns atletas para conquistar seus primeiros pontos na segundona. Para o Nacional, a ideia era fazer uma apresentação melhor do que a da peleja anterior (o modorrento empate sem gols contra o Primavera) e tentar chegar à liderança. 


AD Guarulhos - Guarulhos/SP. Foto: Fernando Martinez. 


Nacional AC - São Paulo/SP. Foto: Fernando Martinez. 


Posando de forma exclusiva para as lentes do JP o árbitro Daniel Destro do Carmo, os assistentes Herman Brumel Vani e Osny e os capitães dos times. Foto: Fernando Martinez. 

Só que mais uma vez o time ferroviário fez uma partida bem abaixo do esperado. O Guarulhos finalmente estrou "de verdade" na competição e deu muito trabalho para a zaga visitante no tempo inicial. Durante os primeiros 45 minutos a equipe local teve pelo menos três oportunidades claríssimas de abrir o marcador. 


Jogadores do Guarulhos e do Nacional perseguindo a pelota no gramado do Antônio Soares de Oliveira. Foto: Fernando Martinez. 


Bola levantada na área local. Foto: Fernando Martinez. 

O Naça se limitou a atacar de forma desordenada e afobada, não dando maiores sustos na torcida da casa. Para complicar ainda mais a situação do onze paulistano, o Guarulhos fez seu gol aos 41 minutos através de Bruno Alves. O camisa 10 entrou na área tranquilamente entre os defensores e tocou com estilo na saída do bom goleiro Carlão. 


Ataque nacionalino pela esquerda. Foto: Fernando Martinez. 


Detalhe do gol guarulhense. Foto: Fernando Martinez. 

Na etapa final o gás guarulhense acabou, o time recuou demais e então vimos praticamente um treino "ataque contra defesa". Pena para a torcida nacionalina que a pressão era etérea e imprecisa. O tempo passava rápido e a cada volta do relógio a primeira vitória do Guarulhos parecia que finalmente iria acontecer. 


Victor Sapo tentando passar pela marcação da zaga local. Foto: Fernando Martinez. 

Mas um pequenino "problema" comum de 10 entre 10 times que estão vencendo um jogo aconteceu no gramado do Antônio Soares de Oliveira: a cera. Os atletas locais caíram demais, parando o jogo por muitos minutos. Quando o árbitro indicou quatro minutos de acréscimo, a certeza para mim era que o ideal teria sido pelo menos uns seis ou sete. 


O Naça jogou o tempo final todo dentro do setor defensivo do Guarulhos. Foto: Fernando Martinez. 

Mesmo jogando mal e sem inspiração o Nacional não deixou de acreditar, e no último lance da peleja conseguiu chegar ao (pelo menos pra mim) inesperado empate. Após escanteio da esquerda, Jean apareceu antes do arqueiro local e tocou de leve para cabecear a pelota pro fundo das redes. 


Exato momento em que o camisa 18 Jean tocou na bola para empatar a peleja. Foto: Fernando Martinez. 

A reclamação do pessoal local foi enorme, pois o gol saiu e o árbitro encerrou a partida. O placar de Guarulhos 1-1 Nacional deixou os paulistanos na terceira colocação da chave com cinco pontos ganhos, mas ainda invicto. E apesar de ter somado seu primeiro ponto, o time da Grande São Paulo ainda é lanterna do Grupo 6. 

Logo depois do apito final atletas das duas equipes passaram a quebrar o pau dentro de campo. Foram alguns minutos de pancadaria, tudo com a vista grossa do policiamento, antes da famosa turma do "deixa disso" aparecer e acalmar os ânimos. A torcida guarulhense também não estava nada calma, já que acusavam o árbitro de ter "feito o jogo do time da FPF". Assim como eu não vi o árbitro prejudicar o Naça no jogo contra o Primavera, também achei que a atuação do árbitro dessa peleja do sábado não influiu no resultado final. Coisas do futebol... 

Voltei para casa a tempo de assistir o fantástico jogo que levou o São Bento de Sorocaba para a Série A2 e também mais um jogo dos play-offs na NBA antes de ter uma boa noite de sono já pensando na rodada matutina do domingo. Mais uma vez o JP se fez presente numa decisão de divisão de acesso. 

Até lá! 

Fernando

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Bernô goleia o Mauaense e marca os primeiros pontos na Segundona

Fala, pessoal! 

Nesse final de semana acompanhei uma trinca de jogos em três dias seguidos para o JP. O primeiro foi numa agradável sessão noturna de futebol na sexta-feira. EC São Bernardo e Grêmio Mauaense desfilaram pelo gramado sintético do Baetão buscando reabilitação no Grupo 8 do Campeonato Paulista da Segunda Divisão

Nas duas rodadas iniciais da chave as equipes em questão foram derrotadas. Mais do que nunca, os três pontos eram essenciais para que o vencedor não desgarrasse demais dos líderes. E o jogo tinha um gostinho especial, já que podemos considerar esse um "novo clássico" do ABC. Foi a 23ª vez em que ambos se encontraram em pelejas válidas pelo paulistão. 

É fato que a Locomotiva se tornou uma grande pedra no sapato do Bernô desde o primeiro confronto em 1986. Nos 22 jogos realizados na história tivemos oito vitórias do Grêmio, nove empates e apenas cinco vitórias da equipe alvinegra. Desses cinco triunfos, só um deles (!), realizado no longínquo 15 de agosto de 1990, teve vitória do São Bernardo jogando em casa. 

Como se não bastasse, a equipe de Mauá foi derrotada pela última vez nesse confronto em 13 de abril de 1996, quando perdeu pela contagem mínima jogando no Pedro Benedetti. Depois disso, 17 anos sem nenhum revés e nove jogos (seis vitórias e três empates) de invencibilidade. Para a torcida do Bernô, já estava na hora de quebrar a escrita favorável ao Grêmio. 

E apesar de ser sempre legal ver jogo de sexta à noite no Baetão, chegar lá é sempre uma tarefa complicada, pois coincide exatamente com a ida de muitos trabalhadores para casa. E o panorama dessa sexta foi ainda mais complicado pois o sistema de trólebus apresentou com problemas e o Terminal Jabaquara estava apinhado de gente. Se não fosse a presença abençoada do Mílton, com certeza não teria chegado a tempo das fotos oficiais. Ele, num golpe de mestre, reduziu nosso tempo de espera em mais de meia hora e foi o responsável direto por não termos nos atrasado. 


EC São Bernardo - São Bernardo do Campo/SP. Foto: Fernando Martinez. 


GE Mauaense - Mauá/SP. Foto: Fernando Martinez. 


Árbitro Douglas Perrone Katayama, assistentes Paulo de Souza Amaral e Vitor Carmona Metestaine e os capitães dos times. Foto: Fernando Martinez. 

Para desespero do amigo Luiz Fôlego, torcedor do Mauaense, quando a peleja começou logo ficou evidente a diferança técnica entre as equipes. O Bernô dominou por completo o primeiro tempo e não deu a menor chance para a Locomotiva. 


Primeira chance clara de gol para o Bernô no jogo contra o Mauaense. Foto: Fernando Martinez. 

Sem forçar muito, a equipe marcou inapeláveis 3x0 ainda no tempo inicial e ainda perdeu outras chances, deixando a peleja definida na saída para o intervalo. O primeiro gol foi marcado pelo camisa 9 Washington (que até o ano passado defendeu o próprio Mauaense) logo aos 12 minutos. Aos 23, o zagueiro Ranses ampliou. 


Falta para o time local no meio de campo. Foto: Fernando Martinez. 


Detalhe do primeiro gol do Bernô, marcado pelo camisa 9 Washington (à direita na imagem). Foto: Fernando Martinez. 

Antes do apito final da primeira etapa, Washington fez mais um, deixando a heroica torcida da Locomotiva com muita saudade do artilheiro. Para o tempo final, como de costume, saí do gramado sintético e fui para as arquibancadas tortas do estádio. Ali vi o tempo final rodeado de amigos, naquela resenha sempre sensacional. 


O arqueiro do Mauaense pulou, mas não teve como defender a ótima cobrança de falta de Ranses. Era o segundo do São Bernardo. Foto: Fernando Martinez. 

No segundo tempo o Bernô puxou o freio de mão, diminuiu o ímpeto ofensivo e ainda assim marcou mais duas vezes. O quarto gol saiu com o bom camisa 11 Daniel aos 4 minutos e a goleada foi completada nos acréscimos com o tento do camisa 14 Luizinho, tocando com classe na saída do arqueiro. O Grêmio ainda marcou um gol de honra aos 17 com Anderson. 


Chegada tímida da Locomotiva no tempo final. Foto: Fernando Martinez. 


Placar eletrônico do Baetão com o placar parcial da peleja. Foto: Fernando Martinez. 

Final de jogo: EC São Bernardo 5-1 Mauaense. Além desse placar ter sido a maior vitória do Bernô contra a Locomotiva em todos os tempos (e ter servido para quebrar todos aqueles tabus que citei no começo da matéria), o resultado fez com que o time de São Bernardo do Campo marcasse seus primeiros pontos no certame. No embolado Grupo 8, Diadema, Portuguesa, Jabaquara e Água Santa estão com seis pontos. Já o time de Mauá afunda na lanterna da chave. 

Saímos do estádio sem pressa e após um belo pit-stop ao lado do Terminal de São Bernardo do Campo voltamos para casa. A noite ainda teve NBA pela TV e no sábado estive mais uma vez num joguinho da segundona paulista. 

Até lá! 

Fernando