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segunda-feira, 14 de abril de 2014

São Vicente e CA Diadema ficam no empate em Jundiaí

Fala, pessoal!

No sábado passado rolou uma jornada dupla de futebol válida pelo Campeonato Paulista da Segunda Divisão. O mais legal é que foram duas pelejas em campos neutros, algo sempre genial. A primeira pedida foi seguir até Jundiaí, palco do confronto entre o São Vicente e o CA Diadema, em jogo da segunda rodada do Grupo 7 do certame.


São Vicente AC - São Vicente/SP. Foto: Fernando Martinez.

Por falta de laudos necessários para a liberação do Mansueto Pierotti o Esquadrão Calunga foi obrigado a mandar sua primeira apresentação como mandante no Estádio Jaime Cintra. Com isso a presença de público foi obviamente prejudicada. Apenas 26 pessoas pagaram ingresso, proporcionando uma renda astronômica de 255 reais.


CA Diadema - Diadema/SP. Foto: Fernando Martinez.


Capitães dos times junto do árbitro Arbitro: Ageu Lima da Cunha e os assistentes Luis Claudio dos Santos e Marcela de Almeida Silva. Foto: Fernando Martinez.

As duas equipes fizeram estreias bem distintas na Segundona. O São Vicente foi derrotado pela Portuguesa Santista pela contagem mínima e o Diadema venceu o Bernô dentro dos seus domínios. Em busca da reabilitação, o time alvinegro começou a partida muito bem e foi dono absoluto das ações ofensivas no tempo inicial.


Belas camisas no gramado do Jaime Cintra. Foto: Fernando Martinez.


Início de ataque vicentino. Foto: Fernando Martinez.

O CAD se apresentou de forma tímida e teve só uma clara chance para inaugurar o placar contra quatro oportunidades claras do seu rival fazer o primeiro. O gol, perseguido com afinco durante todo o tempo inicial, saiu somente aos 43 minutos após Danilo completar de cabeça um cruzamento da direita.


Bola levantada na área do CAD. Foto: Fernando Martinez.


Disputa de bola pelo alto. Foto: Fernando Martinez.

O forte calor jundiaiense se transformou num dilúvio e para o tempo final fui para as cabines do estádio do Paulista FC junto com os amigos Paulo "Shrek" e Matheus Trunk, o Oscar Maroni das arquibancadas, companheiros nessa mini-viagem. No primeiro minuto já vimos a peleja mudar totalmente de figura, com o Diadema jogando bem melhor do que o São Vicente.


Cobrança de falta que levou perigo à meta do Esquadrão Calunga no tempo inicial. Foto: Fernando Martinez.


De branco, o São Vicente foi dominado pelo Diadema e chegou poucas vezes no ataque no tempo final. Foto: Fernando Martinez.

Logo aos 4 minutos o time da Grande São Paulo chegou ao empate com o gol de cabeça de William, após grande jogada pela direita do ataque "visitante". Antes superior, o São Vicente apostava somente nos contra-ataques. O jogo seguiu em aberto e o placar merecia ter sido alterado em virtude do bom futebol apresentado no histórico gramado.


Chute de longe para o CAD. Foto: Fernando Martinez.


Boa chegada do time alvinegro pela esquerda. Foto: Fernando Martinez.

Mas no fim a peleja terminou mesmo em São Vicente 1-1 CA Diadema. Esse foi o primeiro ponto conquistado pelo time Calunga, enquanto o CAD se mantém invicto após duas rodadas. Na próxima rodada, o SVAC visita o Jabaquara e o CAD recebe a Briosa. Nessa fase tão curta, perder ponto pode ser trágico.

Saímos na boa de Jundiaí com destino ao segundo jogo do sábado. Outro sensacional compromisso em campo neutro...

Até lá!

Fernando

sábado, 12 de abril de 2014

Barueri fica no zero contra o Goianésia e se classifica na Copa do Brasil

Fala pessoal!

Após mais de sete meses, finalmente voltei a incluir um time profissional - o 568º em todos os tempos - na minha Lista. Na noite de quarta-feira fui até a Arena Barueri para o jogo entre o Grêmio Barueri contra o genial Goianésia Esporte Clube, valendo pela volta da primeira fase da Copa do Brasil.

Vale registrar que o Azulão do Vale foi apenas o sétimo time goiano que acrescentei à minha Lista, o primeiro desde 2005 (quando vi o CRAC em Campinas, também numa Copa do Brasil). É fato que não é nada fácil ver um time desse estado visitar terras paulistas tirando o trio Goiás-Vila Nova-Atlético. Além deles, vi jogos apenas de Anapolina, Goiânia e CRAC.


Grêmio R Barueri - Barueri/SP. Foto: Fernando Martinez.

Não é errado afirmar que esse é o melhor período da história do time goiano fundado em 1955. Depois de participar esporadicamente do estadual dos anos 70 até o começo desse século, desde 2011 se consolidou na elite e nas duas últimas disputas chegou até a fase semi-final do torneio.


Goianésia EC - Goianésia/GO. Foto: Fernando Martinez.

A boa campanha de 2013 inclusive classificou a equipe para a Série D de 2013 e para essa atual Copa do Brasil, as primeiras competições nacionais da sua existência. Na quarta divisão o time caiu na fase inicial e para 2014 parecia que eliminar o Grêmio Barueri - vice-lanterna da A2 paulista - não seria uma tarefa tão complicada assim.


Quarteto de arbitragem com o árbitro Philip Georg Bennett, os assistentes Luiz Felippe Scofield Costa e Wendel de Paiva Gouveia e o quarto árbitro Flavio Rodrigues Guerra junto com os capitães dos times. Foto: Fernando Martinez.


O veterano Romerito antes da peleja. Foto: Fernando Martinez.

Mesmo com nomes como Paulo Musse, Nonato e Romerito no elenco, o Goianésia não passou de um empate por 2x2 no jogo de ida, ainda assim empatando só aos 43 do segundo tempo. Para esse jogo de volta, um empate por 0x0 ou 1x1 classificava o Barueri, 2x2 levava para os penais e 3x3 pra cima classificaria o onze goiano. Vitória para qualquer lado garantiria a vaga ao vencedor.


Ataque aéreo do Grêmio Barueri. Foto: Fernando Martinez.


Marcação firme da zaga do Goianésia. Foto: Fernando Martinez.

Só que apesar de valer vaga na segunda fase do torneio, o jogo teve poucas emoções, muito por conta da pouca inspiração ofensiva dos dois times. O Grêmio Barueri teve uma ótima chance para abrir o marcador no tempo inicial e nada mais. Paulo Musse fez milagre e defendeu a cabeçada à queima-roupa de Thiago Brito.


Investida local pela esquerda. Foto: Fernando Martinez.


Troca de passes dentro da área do time goiano. Foto: Fernando Martinez.

O Goianésia chegou a fazer seu gol, também em lance do primeiro tempo, mas ele foi anulado pela arbitragem sem que a maioria dos presentes na Arena soubesse qual foi a irregularidade observada. No tempo final nada mudou e o Goianésia impôs uma tímida pressão no onze local. A situação só foi alterada quando o camisa 5 Nando foi expulso aos 16 minutos, deixando o Grêmio com um a menos.


Momento bailarina dentro da área do Goianésia no segundo tempo. Foto: Fernando Martinez.


Com um a mais, o Azulão ocupou o campo paulista na meia hora final do jogo. Foto: Fernando Martinez.

Por toda a meia hora final o Azulão tentou fazer o gol que lhe daria a classificação para a segunda fase, mas esbarrou nos seus prórios erros e na segura atuação da zaga paulista. O Barueri chegou com perigo apenas uma vez após rápido contra-ataque pela direita, nada que assustasse a defesa visitante.


Jogador do Goianésia se esforçando para alcançar a pelota. Foto: Fernando Martinez.


No sufoco, o Barueri conseguiu a vaga para a segunda fase. Foto: Fernando Martinez.

Nesse panorama, o resultado final de Grêmio Barueri 0-0 Goianésia acabou sendo justo pelo pouco futebol apresentado pelas duas equipes. Nos critérios de desempate o time paulista garantiu a inédita vaga na próxima fase e agora pega nada mais, nada menos do que o atual campeão paranaense, o Londrina EC, time que não vejo ao vivo há mais de sete anos.

Voltei para São Paulo junto com os amigos que curtiram a peleja das arquibancadas já armando a rodada do final de semana com rodada dupla de Segundona Paulista e com a derradeira jornada da fase inicial da Série A3, com direito a "completar a coleção" dos 40 times da segunda e terceira divisões do estado.

Até lá!

Fernando

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Bragantino faz a lição de casa e vence o Lajeadense na Copa do Brasil

Olá pessoal,

Como dito anteriormente, após sair de Paulínia, segui até Bragança Paulista, mais precisamente ao Estádio Nabi Abi Chedid, para acompanhar outro jogo da 1ª Fase da Copa do Brasil, Bragantino e Lajeadense, que também haviam empatado sem gols no Rio Grande do Sul.


Equipes perfiladas para o hino nacional. Foto: Victor Minhoto.

Ao contrário do que vi à tarde, os locais logo tomaram as rédeas da partida e passaram a comandar as ações, porém, as chances de gol eram raras. Apesar do domínio territorial, o Bragantino somente levava perigo nas bolas paradas, já que a equipe gaúcha permanecia fechada na defesa tentando levar o jogo para as cobranças de pênaltis.


Visão geral do estádio no início da partida. Foto: Victor Minhoto.

O primeiro tempo seguiu nesse ritmo até o 32 minutos. Após cobrança de escanteio pela esquerda do ataque, a zaga visitante não conseguiu afastar a bola da área e o zagueiro Astorga, camisa 3, chutou forte para abrir o marcador em favos dos locais.

Esse gol não mudou o panorama da primeira etapa, que seguiu da mesma forma até o final. O segundo tempo começou da mesma forma, o Bragantino dominando as ações, mas sem quase levar perigo a meta adversária, mesmo porque o Lajeadense não demonstrava forças para mais nada.


Escanteio em favor do time local. Foto: Victor Minhoto.

Nos quinze minutos finais os gaúchos perceberam que se não fizessem nada a eliminação era certa, assim, resolveram adiantar sua equipe e passaram a rondar a área paulista. Apesar deste comportamento mais agressivo, porém desorganizado, o arqueiro Leandro, do Massa Bruta, teve pouco trabalho.


Equipe gaúcha se prepara para cobrança de falta. Foto: Victor Minhoto.

Dessa forma o time paulista segurou o placar até o resultado final de Bragantino 1-0 Lajeadense e se classificou à próxima fase, quando vai encarar o Figueirense, certamente um adversário muito mais perigoso. Em seguida, voltei para casa e dormi sonhando com minha lista, que andou mais dois passos.

Até a próxima,

Victor

Vexame bugrino em Paulínia pela Copa do Brasil

Olá pessoal,

Após um longo período, na última quarta-feira fiz mais uma rodada dupla com dois times novos na lista. A primeira parte ocorreu à tarde, no Estádio Luiz Perissinoto, em Paulínia, onde Guarani e Santa Rita se enfrentaram pela primeira fase da Copa do Brasil.

Não vou negar que o principal motivo de eu comparecer no jogo era ver “in loco” o Santa Rita, equipe do interior de Alagoas, só não esperava que o resultado final fosse sua classificação.


Guarani FC - Campinas/SP. Foto: Victor Minhoto.


SC Santa Rita – Boca da Mata/AL. Foto: Victor Minhoto.


Trio de arbitragem e capitães. Foto: Victor Minhoto.

Como o jogo de ida não teve abertura no marcador, somente a vitória classificava a equipe campineira para a próxima fase. Por este motivo, somado ao fato do time alagoano não aspirar mais nada no seu campeonato estadual, imaginei que o Guarani se classificaria com certa facilidade. Grande engano.

Logo aos dois minutos, a defesa verde marcou bobeira, o lateral Aderlan, camisa 2 do Santa Rita, roubou a bola, avançou e da entrada da área desferiu um forte chute no ângulo esquerdo do arqueiro Juliano. Um verdadeiro golaço da equipe nordestina.


Arqueiro Jeferson para ataque bugrino. Foto: Victor Minhoto.

Em que pese esse gol dificultar e muito a situação do Guarani ainda acreditada possível uma virada. Porém, apenas quatro minutos depois, veio o segundo golpe. Após um cruzamento da lateral esquerda, o camisa 11 Kiros subiu sozinho e acertou uma forte cabeçada no canto direito da meta campineira. Era o que faltava para a torcida bugrina se irritar de vez.

A partir deste momento percebi que na verdade e equipe do interior paulista não teria chances de se classificar para a próxima fase da competição nacional. Os poucos torcedores que se fizeram presentes no estádio passaram a vaiar com razão sua equipe e pedir previdências urgentes para a diretoria.


Outra boa defesa do goleiro alagoano, agora em falta perigosa cobrada por Fumagalli. Foto: Victor Minhoto.

Os jogadores do Guarani se mostravam incapazes de criar boas chances de gol e aos poucos que surgiram pararam nas mãos do bom goleiro alagoano Jeferson. Na verdade, o Santa Rita é quem levava mais perigo a meta adversária nos contra-ataques. Já o bugre se limitava a tocar a bola no meio de campo e arriscar aqueles famosos e ineficientes “chuveirinhos” na área adversária. Desse modo o primeiro tempo seguiu até seu final com placar parcial de 2x0 para os visitantes.


Ainda na primeira etapa o quadro paulista tenta sem sucesso armar jogada pela ponta direita. Foto: Victor Minhoto.

Acho que naquela altura ninguém mais esperava uma reação do Guarani, e todos estavam certos. O segundo tempo começou ainda pior para a equipe verde, foi o quadro nordestino quem passou a comandar as ações e manter a posse de bola por mais tempo, inclusive criando várias oportunidades de gol, inclusive chegando a acertar a trave paulista.

Já o Guarani demonstrava toda sua fragilidade ao não conseguir superar a defesa adversária, que por sinal estava muito bem postada. O maior medo dos que se faziam presentes no estádio não era mais a eliminação, que já estava certa, mas sim o futuro do clube na Campeonato Brasileiro da Série C, que começa em breve.

Muitos chegaram até a comentar que com esse futebol a equipe é seria candidata a ser rebaixada para a quarta divisão do futebol brasileiro, o que seria um vexame para uma equipe que já foi campeã nacional e disputou várias vezes a Copa Libertadores.


Já no 2º tempo, o ataque campineiro tenta sem sucesso diminuir o prejuízo. Foto: Victor Minhoto.

Com a chegada do final do jogo a equipe alagoana relaxou um pouco e aproveitando esse momento, aos 36 minutos, o lateral direito Medina (camisa 2 do Guarani) acertou um chute rasteiro no canto direito da meta adversária. Um gol relativamente bonito mas que não mudariam em nada a situação do bugre.

Na verdade, ocorreu o contrário, após sofrer o gol, nos últimos dez minutos de jogo, foi o Santa Rita quem pressionou o adversário e quase chegou ao terceiro gol, acertando mais uma vez a trave campineira.


Bola entra na meta após chute de Medina, era o gol de honra do Guarani. Foto: Victor Minhoto.

No final a partida acabou mesmo em Guarani 1x2 Santa Rita. Vitória justa e merecida para o quadro alagoano, que segue na Copa do Brasil. Já o Guarani precisa urgente de uma grande reformulação sob pena de estar ameaçado de rebaixamento no Série C do brasileiro.

Depois, foi pegar a estrada para a segunda parte da jornada.

Até a próxima,

Victor

quinta-feira, 10 de abril de 2014

São Paulo sai na frente do Fla na Copa do Brasil sub17

Opa,

Terça-feira passada rolou um daqueles geniais jogos perdidos que gostamos tanto de ver. No gramado do histórico Estádio Paulo Machado de Carvalho, São Paulo e Flamengo disputaram o jogo de ida das quartas-de-final da Copa do Brasil sub17, numa reedição da final da primeira edição do torneio realizada em 2013.


São Paulo FC (sub17) - São Paulo/SP. Foto: Fernando Martinez.


CR Flamengo (sub17) - Rio de Janeiro/RJ. Foto: Fernando Martinez.

Enquanto o tricolor eliminou América/MG e Palmeiras, o rubro-negro chegou nessa fase depois de eliminar os catarinenses Chapecoense e Joinville. A ideia do time carioca era devolver a derrota na final do ano passado. Aliás, duas derrotas, já que os paulistas venceram as duas partidas (a primeira, realizada no Morumbi, teve cobertura do JP).


Capitães dos times junto com o árbitro Leandro Bizzio Marinho, as assistentes Maria Eliza Correia Barbosa e Renata Ruel de Brito e a quarta árbitra Regildênia de Holanda Moura. Foto: Fernando Martinez.

O time da casa começou o jogo repetindo as boas atuações que teve no certame fazendo meia hora simplesmente avassaladora. Logo no primeiro minuto Lucas Fernandes colocou o SPFC na frente em grande cobrança de falta. Estar em vantagem não sossegou o ímpeto do time da casa, que criou várias chances de gol em sequência.


Detalhe do momento em que a pelota tocou nas costas do arqueiro flamenguista no primeiro gol do São Paulo. Foto: Fernando Martinez.


Mais uma grande defesa do goleiro do Fla. Foto: Fernando Martinez.

Até a zaga do Fla quis ajudar a tarefa são-paulina, praticamente dando o segundo gol aos 32. O camisa 9 Fellype aproveitou para ampliar após o goleiro e um zagueiro rubro-negro vacilarem feio. Só que três minutos depois Luã, camisa 11 do onze carioca, conseguiu acertar um chute de extrema felicidade e colocou a bola no ângulo direito do arqueiro local.


Rápido ataque local pela esquerda. Foto: Fernando Martinez.


Atacante são-paulino fugindo da falta. Foto: Fernando Martinez.


Zaga carioca neutralizando ataque paulista. Foto: Fernando Martinez.

Inexplicavelmente o São Paulo sentiu demais esse gol e não conseguiu criar mais nenhuma boa oportunidade até o fim da partida. O Flamengo, por sua vez, jogou todo dentro do setor defensivo do time paulista. Só que foi aquela pressão insossa e com pouca objetividade.


Chute de longe para o São Paulo no tempo final. Foto: Fernando Martinez.


Ataque visitante pelo alto. Foto: Fernando Martinez.

No fim, o placar final ficou mesmo com o placar do tempo inicial: São Paulo 2-1 Flamengo. Para o segundo jogo, o onze paulista joga pelo empate, enquanto o Fla garante uma vaga nas semi-finais com uma vitória pela contagem mínima.

A volta pra casa foi tranquila e sem demora, já que o ônibus que faz o trajeto do estádio até minha casa passou rapidinho. Consegui uma boa noite de sono para voltar com tudo ao futebol na quarta-feira, com jogo da Copa do Brasil e time novo na Lista.

Até lá!

Fernando

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Após vencer o GEO, Red Bull confirma o acesso para a Série A1

Fala, pessoal!

Depois da sensacional rodada tripla pelo interior no sábado, a programação do domingo se resumiu a apenas um jogo, mas um jogo bastante histórico. Fui ao Estádio José Liberatti acompanhar o encontro entre Grêmio Osasco e Red Bull válido pela penúltima rodada do Campeonato Paulista da Série A2 e que poderia significar o acesso do onze campineiro para a A1.

Precisando apenas de uma vitória, o Red Bull queria afastar a zica que impediu o time de subir de divisão nos últimos três anos. Em 2011 a equipe foi eliminada ainda na primeira fase, em 2012 perdeu o acesso para Penapolense e São Bernardo FC e na temporada passada foi derrotada na última rodada numa "decisão" contra o Audax.


Grêmio E Osasco - Osasco/SP. Foto: Fernando Martinez.


Red Bull FEL - Campinas/SP. Foto: Fernando Martinez.

Lutando para não cair, o GEO precisava vencer para definir seu futuro na rodada derradeira da A2. Triste fim para um clube antes gerido de forma digna e com muita competência. Os novos donos até foram responsáveis por um 2013 razoável, mas depois que compraram o Audax, as outras equipes do "grupo" - o próprio Grêmio, o Osasco FC e o Audax Rio - foram relegadas ao último nível possível de importância e abandonadas no pior sentido da palavra. Um absurdo...


Capitães dos times e trio de arbitragem escalado para a partida com o árbitro Mar Rogério e os assistentes Marco Antonio Gonzaga da Silva e Rafael Tadeu de Souza. Foto: Fernando Martinez.

Voltando ao jogo, a diferença técnica e de número de pontos não entrou em campo durante o primeiro tempo. O GEO equilibrou as forças jogando com muita vontade e contou também com a afobação do ataque do Red Bull. O público - cerca de 1500 pagantes - que preferiu ver esse jogo do que a final do Paulistão não se arrependeu.


Grande chance de gol para o time visitante no começo da partida contra o GEO. Foto: Fernando Martinez.


Camisa 10 do onze osasquense fazendo falta em Fabiano Eller, capitão do Red Bull. Foto: Fernando Martinez.

O único ataque certeiro do time campineiro aconteceu aos 18 minutos. Raul avançou pela direita e chutou forte para abrir o marcador. Pouco inspirado, Henan, o maior artilheiro da história do Red Bull, não conseguiu vencer o goleiro Jeferson.


Lance no campo defensivo local. Foto: Fernando Martinez.


Grande chance de Henan pela direita. Foto: Fernando Martinez.

No tempo final parecia que as coisas se complicaram para o time visitante, pois o GEO voltou ainda mais ligado e deixou tudo igual aos 8 minutos com o golaço de Geninho. O camisa 8 avançou pela esquerda e tocou com estilo no ângulo esquerdo do arqueiro do Red Bull.


Mais uma boa chegada do Red Bull, agora no tempo final. Foto: Fernando Martinez.


Escanteio para o escrete campineiro. Foto: Fernando Martinez.

Por sorte, o touro vermelho passou de novo à frente do marcador logo no lance seguinte. Numa grande confusão na área após cobrança de escanteio, Anderson Marques acabou sendo o último a tocar na pelota. Esse gol desanimou bastante o time local, e com 2x1 contra, o GEO não foi capaz de assustar mais.


A zaga do Grêmio Osasco não conseguiu segurar o poder ofensivo do adversário no segundo tempo. Foto: Fernando Martinez.

Com isso, o Red Bull passou a levar a peleja em banho-maria, sem sofrer sustos. O placar já garantiria o acesso, mas Allan Dias resolveu fechar a fatura de vez aos 37 minutos e marcou o terceiro. A festa que já estava desenhada começou de vez após esse gol.

No fim, o placar de Grêmio Osasco 1-3 Red Bull colocou o escrete campineiro na Série A1 do Campeonato Paulista. A partir do ano que vem a equipe fundada no final de 2007 finalmente vai jogar entre os grandes do estado. Sei que muitos odeiam o fato de um time assim estar na elite, mas esse fato acontecer era questão de tempo é a confirmação de um belíssimo trabalho.


Jogadores comemorando a inédita promoção para a A1. O Red Bull é o primeiro campineiro a conquistar tal feito depois de Guarani e Ponte Preta. Foto: Fernando Martinez.

Jogadores, comissão técnica e dirigentes do clube comemoram bastante essa conquista perseguida desde 2011. Em várias conversas com o amigo Rodolfo Kussarev, presidente do Red Bull, sempre foi dito que a meta principal deles era chegar à Série D, e para isso a presença na A1 seria fundamental. Em 2015 terão a primeira oportunidade para que o antigo sonho se torne realidade.


Fabiano Eller com a camiseta comemorativa pelo acesso do Red Bull. Foto: Fernando Martinez.

Desde a fundação da equipe, o JP marcou presença em jogos importantes da história do Red Bull. Além de acompanhar o primeiro jogo do time em todos os tempos, vimos os jogos que valeram o acesso da Segundona para a A3 em 2009 e da Série A3 para a A2 no ano seguinte. Também assistimos de perto a conquista dos, até aqui, dois títulos da história do clube: a Segundona de 2009 e a Série A3 de 2010. Nesse domingo, estivemos em mais um desses momentos...

Fã incondicional de momentos históricos, o amigo Mílton também estava em Osasco, e depois da festa pegamos uma sensacional carona com o pessoal da Rede Vida até a capital. O futebol voltou com tudo por aqui na terça-feira à noite.

Até lá!

Fernando