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quarta-feira, 4 de março de 2015

Cotia faz a trinca e sai da zona de rebaixamento na A3

Fala povo!

No domingo cedo a "casa do futebol paulista", o Estádio Conde Rodolfo Crespi, recebeu mais uma peleja válida pelo Campeonato Paulista da Série A3. O Cotia FC, seguindo com sua sina de jogar sempre fora de casa, recebeu o recém-promovido Barretos em busca da terceira vitória seguida no certame. Vale registrar que os dois se tornaram os times #16 e #17 no meu "Projeto 40".


Cotia FC - Cotia/SP. Foto: Fernando Martinez.


Barretos EC - Barretos/SP. Foto: Fernando Martinez.


Trio de arbitragem composto por Paulo Alessandro Teodoro, Alexandre Basilio Vasconcellos e Cosme Tavares dos Santos junto com os capitães dos times. Foto: Fernando Martinez.

Depois de começar a A3 com cinco derrotas seguidas e segurando a lanterna por um bom tempo, o time cotiano ganhou dois jogos difíceis e teve uma grande injeção de ânimo. Já o Barretos queria ao menos manter a invencibilidade fora de casa. Em quatro jogos disputados até então, a equipe tinha vencido dois e empatado os outros dois longe do Fortaleza.

É, mas esse confronto em campo neutro não foi a oitava maravilha do mundo. Com a companhia preciosa das canções de sucesso do meu iPod, vi o Cotia tentar impor alguma pressão por atuar "em casa", mas as melhores chances foram todas do time visitante. O maior nome do tempo inicial foi o goleiro local Mateus.


Cotia iniciando ofensiva pela esquerda. Foto: Fernando Martinez.


Marcação firme da zaga "local". Foto: Fernando Martinez.

O camisa 1 cotiano fez quatro defesas ótimas em lances claros de gol do Barretos, dois deles em chutes à queima-roupa. Por conta dessa grande atuação o jogo foi para o intervalo sem a abertura do placar. Fui fazer uma boquinha na lanchonete local e encontrei os amigos Sérgio, Victor e Rodrigo.


Uma das boas intervenções do goleiro Mateus no primeiro tempo. Foto: Fernando Martinez.


Chute de longe para o Barretos. Foto: Fernando Martinez.

Durante o papo o meu colega de bancada no FATV - ao vivo toda segunda-feira às 21 horas no www.alltv.com.br - soltou uma profecia: "o BEC perdeu gols demais no primeiro tempo. Como quem não faz toma, vai dar Cotia 1x0". O comentário começou a fazer sentido aos quatro minutos, com o gol de cabeça de Gustavo após cruzamento da direita.


Saída corajosa de Mateus em escanteio para o BEC. Foto: Fernando Martinez.


Lance perigoso para o time visitante. A bola tirou tinta da trave. Foto: Fernando Martinez.

A vantagem no placar acordou o time "da casa". O Cotia começou a incomodar o setor defensivo do BEC com sucessivos contra-ataques. O Barretos sentiu o golpe e não conseguiu criar quase nenhuma oportunidade importante para deixar tudo igual. O que salvou mesmo os 45 minutos finais, algo recorrente nas nossas jornadas, foi a resenha com os amigos.


Início de contra-ataque para o Cotia. Foto: Fernando Martinez.

No momento que o árbitro encerrou a partida a profecia do Sérgio se concretizou: Cotia 1-0 Barretos. O terceiro triunfo seguido do time da Grande São Paulo colocou os cotianos na 14ª colocação, agora com nove pontos. É a primeira vez que a equipe ai da zona de rebaixamento em oito rodadas disputadas. O BEC está uma posição acima com dez.


Placar final da partida na Rua Javari. Foto: Fernando Martinez.

Depois da peleja, só pra variar um pouquinho, rolou aquele pós-jogo genial com a rapaziada batendo aquela xepa ao lado da Javari. Com poucas horas dormidas e com várias esfihas consumidas, passei o restante do domingo na base da osmose.

Essa partida encerrou os trabalhos do JP no fim de semana. Como as tabelas são super bem feitas, futebol de novo por essas bandas só no próximo final de semana.

Até lá!

Fernando

terça-feira, 3 de março de 2015

São Caetano goleia o Monte Azul e volta à liderança da A2

Fala pessoal!

Esse final de semana que passou foi bem light em relação a jogos com nossa presença. A cobertura do JP foi composta por um jogo no sábado e outro no domingo, num ritmo bem tranquilo e sem correria. No sábado fui ver um dos maiores destaques do Campeonato Paulista da Série A2 pela terceira vez no ano.

O São Caetano, ainda invicto em seis partidas disputadas até então, recebeu o sempre genial Monte Azul, esse o time número #15 do "Projeto 40", no Estádio Anacleto Campanella tentando voltar à liderança do certame. Para isso a equipe precisava vencer e a Ferroviária perder para o Batatais.


AD São Caetano - São Caetano do Sul/SP. Foto: Fernando Martinez.


A Monte Azul - Monte Azul Paulista/SP. Foto: Fernando Martinez.

Diferente do que aconteceu na rodada anterior, dessa vez a peleja foi disputada debaixo de chuva e sob uma temperatura simplesmente sensacional, algo que nem se compara com o fortíssimo calor que passei no começo do ano. Fui sozinho na buena até o ABC e lá encontrei a dupla $eu Natal e Ricardo Espina.


Capitães dos times e quarteto de arbitragem composto pelo árbitro Júnior César Lossávaro, os assistentes Márcia Bezerra Caetano e Gilberto Romachelli e o quarto árbitro Leonardo Vinicius Pereira. Foto: Fernando Martinez.

Fiquei dentro de campo para o primeiro tempo e vi o time da casa não dar o menor espaço para os visitantes. O Monte Azul, com apenas uma vitória conquistada na competição, não conseguiu em nenhum momento levar perigo ao gol defendido por Saulo.


João Guilherme cortando cruzamento na sua área. Foto: Fernando Martinez.


Jogador do São Caetano passando pelo marcador. Foto: Fernando Martinez.

O time do ABC criou várias chances para abrir o marcador, mas apenas aos 19 minutos o primeiro tento aconteceu. Diogo Acosta recebeu bom passe pela esquerda, driblou espetacularmente um zagueiro e chutou com estilo no canto de João Guilherme.


Ataque aéreo do time do ABC. Foto: Fernando Martinez.


Zaga do Monte Azul fazendo o corte. Foto: Fernando Martinez.

Cinco minutos depois aconteceu o segundo. Num escanteio curto (um verdadeiro milagre) novamente pela esquerda, a bola sobrou para o camisa 8 Neto chutar duas vezes e marcar o seu. A forte chuva que caiu a partir dali não intimidou o São Caetano, mas o placar não foi mais alterado no primeiro tempo.


Bola alçada na área do Monte Azul. Segundos depois dessa foto, o time da casa faria o segundo. Foto: Fernando Martinez.


Wesley, um dos destaques do São Caetano, atacando pela direita. Foto: Fernando Martinez.

Graças ao temporal desisti de ficar em campo e fui para a parte coberta do Anacleto ver dali os 45 minutos finais. Aos 13 minutos Diogo Acosta avançou pelo campo de defesa do Monte Azul e, aproveitando uma bola rebatida pela zaga, ficou livre para, completamente livre de marcação, ter todo o gol à sua disposição para fazer o terceiro.


Diogo Acosta, a bola e todo o gol à sua disposição para a marcação do terceiro gol do São Caetano. Foto: Fernando Martinez.

Aos 15 o time visitante conseguiu fazer seu primeiro (e único) ataque perigoso em todo o jogo. A bola acabou nos pés de Deco, que cortou o zagueiro e chutou para o gol sem chances para Saulo. Nos minutos seguintes os locais não diminuíram o ritmo e por pouco não ampliaram ainda mais a vantagem.


Debaixo de forte chuva, mais uma defesa do arqueiro visitante. Foto: Fernando Martinez.

No 38º minuto a defesa do Azulão da Princesinha da Colina vacilou na saída de bola e foi envolvida por uma blitz ofensiva local. A bola foi roubada e tocada para o camisa 9 Diogo Acosta. Ele chutou forte para fechar a fatura e marcar pela terceira vez na chuvosa tarde.


Ataque local pela direita no fim da peleja. Foto: Fernando Martinez.

Fim de jogo: São Caetano 4-1 Monte Azul. O triunfo colocou o Azulão novamente na liderança da Série A2 pois a Ferroviária foi derrotada pelo Batatais. Agora a equipe do ABC tem 17 pontos e segue firme e forte tentando voltar para a Série A1 depois de dois anos. Já o Monte Azul está em 16º lugar, uma posição acima da zona de rebaixamento.

Na saída do estádio o amigo Espina continuou sua saga de achar ingressos para sua coleção e o intrépido $eu Natal achou um micro-ondas jogado na frente de uma das bilheterias do local. Gente coisa é outra fina. Dali segui para casa com direito a um pit stop gastronômico na Vila Prudente.

Falando em ZL, no domingo cedo a pedida foi ver mais uma peleja em campo neutro na "casa do futebol paulista" em 2015, Rua Javari.

Até lá!

Fernando

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Nacional derrota o Rio Preto, se reabilita e entra no G8 da A3

Fala, pessoal!

O Campeonato Paulista da Série A3 chegou a um terço da primeira fase no meio dessa semana e o JP foi até o Estádio Nicolau Alayon para ver o Nacional jogar na sua casa pela primeira vez em 2015. O adversário foi o Rio Preto, a equipe #14 do "Projeto 40" e que vem flertando perigosamente com a zona de rebaixamento.

No sábado passado o time ferroviário foi surpreendido pelo Cotia e acabou sendo derrotado naquela que foi sua estreia na Comendador Souza. Jogando contra um time da parte de baixo da tábua de classificação, o Nacional não cogitava outro resultado que não a vitória.

Além de querer a reabilitação, o Nacional também precisava quebrar a incômoda marca que ainda não ter vencido como mandante nessa A3. Em três jogos realizados até então (dois na Rua Javari), o time empatou um contra o CAV e saiu derrotado de campo duas vezes por equipes que estão lutando contra o rebaixamento, Grêmio Barueri e Cotia.


Nacional AC - São Paulo/SP. Foto: Fernando Martinez.

Essa foi a primeira vez que as duas equipes se enfrentaram em oito anos. O último confronto havia acontecido em 20 de janeiro de 2007 na primeira rodada da Série A2 daquele ano. O Naça aniquilou o Jacaré por 5x1, mas o campeonato terminou de forma bem diferente para os dois. Enquanto os paulistanos foram rebaixados, o alviverde conquistou o acesso para a A1 pela primeira vez na sua história.


Rio Preto EC - São José do Rio Preto/SP. Foto: Fernando Martinez.

Para esse, que foi meu primeiro jogo do NAC no Nicolau Alayon pela A3 em seis anos, saí cedo da Zona Norte com destino a Zona Oeste. O que não estava no script era ficar dez minutos embaixo de um verdadeiro dilúvio que já me deixou ensopado antes mesmo de chegar no metrô. Cheguei cedo na Barra Funda com tempo de fazer de varal uma das cabines de imprensa.

Um pouco menos molhado fui a campo apenas para captar os instantâneos dos times, já que o dilúvio da ZN tinha chegado na ZO nesse exato momento. Voltei para as cabines e acompanhei a peleja junto do trio Colucci, Ricardo Espina e Victor de Andrade, esse curtindo merecidas férias.

A forte chuva caiu por cerca de 20 minutos, tempo em que o Rio Preto foi levemente superior ao time da casa. Levemente pois nenhuma das equipes chegou a criar "aquela" chance para abrir o placar. Quando São Pedro fechou momentaneamente a torneira, o Nacional melhorou e começou a ocupar mais o campo do Rio Preto.


Gustavo Henrique (9) se mandando para o ataque com a marcação do zagueiro Guilherme. Foto: Fernando Martinez.

Aos 32 minutos aconteceu o primeiro gol. A bola foi levantada dentro da área do Jacaré pela direita e a zaga falhou feio. A pelota sobrou livre para o zagueiro Rodrigo, mesmo se atrapalhando um pouquinho, chutar para deixar os locais na frente do marcador.


Bola no fundo das redes do Rio Preto no gol de Rodrigo. Foto: Fernando Martinez.

O gol trouxe a visita do astro rei para o Nicolau Alayon e até o final do tempo inicial ficamos sob a luz do sol (valeu, Paulo Ricardo!). Os times foram para os vestiários com a vantagem mínima local e até voltarem a campo o tempo fechou novamente.


Carlão cortando cruzamento dentro da área do Nacional. Foto: Fernando Martinez.

Vale destacar que durante o intervalo da peleja fomos brindados com piadas (!) marotas no sistema de som do estádio. Sim, você leu certo, piadas. O comandante do microfone incorporou o espírito do Costinha e leu uma espécie de coletânea de anedotas para entreter o público de 145 pessoas que pagou ingresso para estar ali. Um momento surreal e inédito para mim em quase 2500 jogos vistos in loco.

Completamente satisfeitos com tanta graça, vimos o Rio Preto voltar para o segundo tempo até tentando esboçar uma reação, mas seus atletas claramente não estavam numa tarde inspirada. Os jogadores do Nacional também não tiveram tantos momentos incríveis e o jogo ficou um tanto quanto arrastado, melhorando apenas depois dos trinta minutos.


Rueda, camisa 5 do Jacaré, disputando bola pelo alto. Foto: Fernando Martinez.

Foi aí que o onze ferroviário matou a partida com o gol de Didi. Depois de grande jogada pela direita a bola foi cruzada na área e o camisa 16, em jogada de grande habilidade, fez o giro em cima do zagueiro e chutou no canto direito de Gauther. Os minutos finais da peleja foram disputados sob a maior chuva que vi no último ano.


Chegada tímida do Rio Preto dentro da área local. Foto: Fernando Martinez.


Ataque nacionalino no final da partida. Foto: Fernando Martinez.

O resultado de Nacional 2-0 Rio Preto marcou a sexta vitória seguida dos paulistanos na história contra o time do interior paulista. O triunfo também colocou o NAC na sétima posição após sete rodadas disputadas com onze pontos ganhos. O Jacaré agora é o 16º colocado, fora da zona rebaixamento apenas por conta de ter um saldo de gols maior do que o Cotia.


Placar final no Nicolau Alayon com a primeira vitória nacionalina como mandante em 2015. Além disso, foi o primeiro triunfo do time em casa na Série A3 desde os 5x0 contra o União Mogi em fevereiro de 2009. Foto: Fernando Martinez.

A chuva piorou de forma absurda depois do apito final, e isso fez com que ficássemos ilhados no Nicolau Alayon por cerca de uma hora. Quando ela diminuiu de intensidade até conseguimos sair dali, mas chegar em casa foi uma tarefa hercúlea e altamente complicada, já que a cidade de São Paulo estava intransitável.

Com a paciência ensinada pelo glorioso Pai Mei cheguei no Bom Retiro salvo dos alagamentos por volta das sete e meia da noite. Nada que desanimasse a minha pessoa para a rodada de futebol e basquete pela televisão até o começo da madrugada.

Até a próxima!

Fernando

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

JP no clássico do Pacaembu entre Portuguesa e Santos

Fala, pessoal!

Por conta de uma preguiça monstro a rodada matinal do domingo foi cancelada em cima da hora em troca de mais algumas abençoadas horas de sono. Devidamente descansado, fechei o fim de semana à tarde com um genial clássico com clima dos anos 60 no velho Estádio Paulo Machado de Carvalho: Portuguesa x Santos.

Como o Canindé está interditado - e não temos a menor ideia de quando será a liberação - a Lusa vem fazendo uma peregrinação em suas partidas como mandante. A ideia de levar esse jogo para o Pacaembu era fazer renda com a torcida santista. Detalhe que essa foi a primeira peleja do rubro-verde na cidade de São Paulo em 2015 e o primeiro jogo do Campeonato Paulista que vejo na temporada.



De longe, Portuguesa e Santos posam para as fotos oficiais. Fotos: Fernando Martinez.

Não é comum ver o time rubro-verde mandar os clássicos fora da sua casa desde que o antigo Estádio Independência foi inaugurado em 1972. Essa peleja contra o Peixe foi apenas a 18ª contra os quatro maiores times do estado desde então e só a quarta nesse século. Fora isso, a equipe não recebia o alvinegro da Vila no Pacaembu desde 1996.

E apesar da Portuguesa ser a segunda equipe que mais vi em estádios até hoje - 274 vezes, cinco atrás do líder Juventus - essa foi apenas a segunda vez que vi a agremiação atuando no local. A primeira, no longínquo dia 1º de junho de 1990, foi justamente quando vi o rubro-verde pela primeira vez. Naquela noite de sexta-feira a Lusa venceu o Fluminense por 1x0 em jogo da Torneio Vicente Matheus.

Voltando ao presente, Portuguesa e Santos ainda estavam invictos antes desse confronto, mas por conta da campanha realizada até aqui, o favoritismo era totalmente a favor do time do litoral. Os paulistanos não estão mostrando um futebol tão vistoso assim e estão lutando com Botafogo e Linense por uma vaga na segunda fase.

Cheguei cedo no estádio e fui brindado com um repertório musical simplesmente sensacional, que foi de Deep Purple até Beatles, passando pelo metal "farofa" dos anos 80 e também pelos australianos do The Church. Algo raro demais para não ser mencionado aqui.


Área do Santos densamente povoada em lance do clássico. Foto: Fernando Martinez.

Muitos clássicos depois, as equipes foram a campo e os 14 mil presentes viram a Portuguesa iniciar os trabalhos jogando melhor do que o time visitante. A boa atuação durou quinze minutos, e aos 18 o camisa 7 Robinho começou a se tornar o maior nome da tarde. Ele aproveitou um lançamento preciso do goleiro santista e o espaço monstro dado pela zaga lusitana. Ele avançou e chutou colocado da entrada da área para abrir o marcador.



Dois instantâneos do primeiro gol do Santos no Pacaembu, marcado pelo camisa 7 Robinho. Fotos: Fernando Martinez.


De pênalti, o atacante fez o segundo gol do Peixe. Foto: Fernando Martinez.

Aos 31 o camisa 7 novamente fez grande jogada pela esquerda e acabou derrubado dentro da área. Ele mesmo cobrou e ampliou. Para fechar o primeiro tempo superlativo do Santos, Cicinho aproveitou cruzamento de Robinho e fez o terceiro aos 44 minutos. Jogo 90% resolvido.


Já no tempo final, ataque aéreo do alvinegro. Foto: Fernando Martinez.


Falta perigosa para o time "local". Foto: Fernando Martinez.

No tempo final o ritmo santista claramente diminuiu e mesmo assim o time criou várias chances para ampliar. A pequena torcida rubro-verde acompanhou pacientemente o fim da partida sem esboçar qualquer reação. No último minuto Jean Mota ainda fez o gol de honra.



Ricardo Oliveira desperdiçando grande chance para o Santos. Fotos: Fernando Martinez.

O Portuguesa 1-3 Santos deixou os alvinegros ainda mais líderes do Grupo D e com a classificação já praticamente assegurada, já que só um desastre tira o time das quartas-de-final. A Lusa caiu para a terceira colocação do Grupo C com os mesmos seis pontos e agora soma quatro jogos sem vencer.


Grande defesa do goleiro lusitano no fim do jogo. Foto: Fernando Martinez.


Jean Mota fazendo o gol de honra para a Portuguesa. Foto: Fernando Martinez.

Com esse relato completo as quatro coberturas do JP no sábado e domingo. O futebol volta para as páginas do blog na sétima rodada da primeira fase do Paulista da A3 durante a semana.

Até lá!

Fernando

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Grande jogo no ABC com tudo igual entre São Caetano e Novorizontino

Opa,

Depois de curtir a rodada matutina de futebol, de emplacar o primeiro Dia do Gordo de 2015 e de curtir uma horinha no fliperama, fui até o Estádio Anacleto Campanella para mais uma peleja no Campeonato Paulista da Série A2. O surpreendente líder São Caetano recebeu o Grêmio Novorizontino, esse o 13º time a entrar no "Projeto 40", buscando permanecer na primeira colocação do certame.

Com quatro vitórias em cinco jogos e ainda invicto, o Azulão vem fazendo uma campanha digna buscando voltar para a Série A1, divisão aonde ficou por doze temporadas. É, mas o Tigre, atual campeão da Série A3, prometia complicar a vida do time do ABC nessa que é sua primeira temporada na A2.


AD São Caetano - São Caetano do Sul/SP. Foto: Fernando Martinez.


Grêmio Novorizontino - Novo Horizonte/SP. Foto: Fernando Martinez.

Essa foi a primeira vez que os dois times se enfrentaram, mas o São Caetano enfrentou o saudoso Grêmio Esportivo Novorizontino duas vezes na primeira divisão de 1993, ano em que os dois jogaram o "grupo dos pequenos" daquele paulistão. As equipes venceram seus jogos como mandantes por 3x0.


Capitães dos times junto com o trio de arbitragem composto por Guilherme Ceretta de Lima, Givanildo Oliveira Felix e Frederico Andrade Filho. Foto: Fernando Martinez.

E o calor que já estava complicado de manhã piorou ainda mais. Minha salvação para o forte sol foi um filete de sombra no alambrado. Mais sorte tiveram os amigos Sérgio, Luiz, Paulo "Shrek", Nílton e Rodrigo Leite devidamente instalados na parte coberta do Anacleto.

Para um público de mais de mil pessoas, algo sensacional se levarmos em conta a realidade do time, o São Caetano começou com tudo e logo no terceiro minuto a equipe teve um pênalti a seu favor depois de Diego Acosta ser derrubado dentro da área. Ele mesmo bateu firme e abriu o marcador para os donos da casa.


Início da jogada que resultou no primeiro pênalti da partida. Foto: Fernando Martinez.


Diego Acosta abrindo o placar para o Azulão. Foto: Fernando Martinez.

O 1x0 não diminuiu o ímpeto dos donos da casa, que continuaram jogando bem. O Grêmio aos poucos foi se recuperando do gol sofrido e também passou a levar perigo ao gol defendido pelo arqueiro Saulo. Mesmo sem mais gols, o primeiro tempo foi muito bom.


Marcação firme da zaga do Tigre. Foto: Fernando Martinez.


Jogador do São Caetano caído na área em lance contestado no tempo inicial. Foto: Fernando Martinez.


Ataque do time do ABC pela esquerda. Foto: Fernando Martinez.

No segundo o Azulão voltou como no tempo inicial, e nos primeiros minutos armou boas jogadas de ataque. O Novorizontino não tinha outra opção na peleja e por volta dos 15 minutos passou a ser mais incisivo em busca do empate. Saulo fez duas boas defesas em sequência, mas não impediu o gol de Rayllan aos 22. Ele avançou pela esquerda e chutou cruzado para deixar tudo igual.


Jogada dentro da área do Novorizontino no segundo tempo. Foto: Fernando Martinez.


Comemoração de atletas e torcida do Novorizontino no gol de empate marcado por Rayllan. Aliás, vale registrar a grande presença dos torcedores do Tigre no ABC. Foto: Fernando Martinez.


Zagueiro visitante sofrendo pressão do ataque local. Foto: Fernando Martinez.

O Tigre se animou com a igualdade e colocou as manguinhas de fora, criando pânico na zaga local. Quando era dominado pelos visitantes, o São Caetano teve mais um pênalti marcado a seu favor. Bruno Recife, homenageado antes do jogo pelos seus 122 jogos com a camisa do time, foi presenteado com a chance de marcar seu gol, algo bem raro na carreira. Só que o goleiro Marcelinho não quis participar da festa e defendeu a cobrança.


Goleiro do Grêmio derrubando jogador do São Caetano dentro da área. Pênalti! Foto: Fernando Martinez.


Bruno Recife cobrou para a defesa precisa de Marcelinho. Foto: Fernando Martinez.

No fim, o São Caetano 1-1 Grêmio Novorizontino foi o resultado justo para uma ótima partida de futebol. O empate fez o Azulão cair para a segunda colocação da Série A2 (a líder agora é a Ferroviária) com 14 pontos, mas ainda invicto. O Tigre é sétimo com dez. Independente do placar, é fato que os dois são candidatíssimos ao acesso.

O resultado da rodada dupla foi mais cansativo do que pensei, e isso fez com que eu desistisse da jornada matutina do domingo. O futebol voltou à pauta na parte da tarde com clássico no Pacaembu.

Até lá!

Fernando